Uma das fases mais debatidas da heroína
Nem tudo foram elogios ao longo do caminho. A edição #14, que matou Steve Trevor — parceiro histórico e grande amor de Diana — em uma cena em que ela chora agarrada à bandeira de serviço dele, dividiu profundamente os fãs. Parte da comunidade acusou King de transformar a Mulher-Maravilha em uma espécie de "propaganda americana" com aquele momento, e não faltou quem considerasse aquele o pior capítulo de toda a run. Foi, sem dúvida, um dos arcos mais controversos da heroína nos últimos anos.Wonder Woman: Tom King Revela Como Vai Terminar Sua Polêmica e Aclamada Saga na DC em Dezembro de 2026
Por André Rodrigues · 20 de set. de 2026
Imagem: Divulgação/DC Comics
Se você acompanha os quadrinhos da DC, prepare o coração: a era Tom King em Wonder Woman está chegando ao fim. O escritor confirmou que sua parceria com o desenhista Daniel Sampere na série solo da Mulher-Maravilha vai se encerrar com a edição #40, prevista para chegar às bancas e ao digital em 16 de dezembro de 2026. E o final não vai ser nada discreto: ele fecha o arco "The Wonder War", que já vinha sendo construído desde o Ato I e ganha seu capítulo decisivo em 17 de novembro, um gibi robusto de 152 páginas.
Não é exagero dizer que essa é uma das notícias mais importantes do universo DC neste fim de 2026. King e Sampere assumiram a heroína em 2023 prometendo redefinir Diana Prince dos pés à cabeça, e cumpriram a promessa — para o bem e para o mal, dependendo de quem você pergunta.
Do que trata a Wonder War
A trama final gira em torno da Matriarca, uma vilã que decidiu que chegou a hora de dominar todo o Universo DC. Ao lado do pai dela, o Soberano, ela reúne um verdadeiro time de vilões dispostos a destruir tudo o que Wonder Woman representa. Para enfrentar essa ameaça, Diana vai precisar contar com uma aliada muito especial: sua própria filha, Trinity.
Sim, filha. Uma das mudanças mais ousadas que Tom King já fez em um personagem clássico da DC foi dar à Amazona uma criança, apresentada ainda em 2023 e que ganhou uma origem surpreendente ao longo da HQ. Trinity, batizada com o nome que remete à trindade de heróis mais icônica da editora, deixou de ser só uma curiosidade de roteiro para se tornar peça central do desfecho: é ela, ao lado da mãe, quem enfrenta a Matriarca e o Soberano na batalha final anunciada para a edição #40.
Uma das fases mais debatidas da heroína
Nem tudo foram elogios ao longo do caminho. A edição #14, que matou Steve Trevor — parceiro histórico e grande amor de Diana — em uma cena em que ela chora agarrada à bandeira de serviço dele, dividiu profundamente os fãs. Parte da comunidade acusou King de transformar a Mulher-Maravilha em uma espécie de "propaganda americana" com aquele momento, e não faltou quem considerasse aquele o pior capítulo de toda a run. Foi, sem dúvida, um dos arcos mais controversos da heroína nos últimos anos.
Uma das fases mais debatidas da heroína
Nem tudo foram elogios ao longo do caminho. A edição #14, que matou Steve Trevor — parceiro histórico e grande amor de Diana — em uma cena em que ela chora agarrada à bandeira de serviço dele, dividiu profundamente os fãs. Parte da comunidade acusou King de transformar a Mulher-Maravilha em uma espécie de "propaganda americana" com aquele momento, e não faltou quem considerasse aquele o pior capítulo de toda a run. Foi, sem dúvida, um dos arcos mais controversos da heroína nos últimos anos.📖 Continue lendo
Filmes
Cara-de-Barro (Clayface): Estreia, Elenco, Mike Flanagan e o Que a Crítica Já Disse do Primeiro Terror do DCU
Filmes
Filme de The Legend of Zelda: Data, Elenco, Wes Ball, Trailer e o Mistério do Título Sem Subtítulo
Filmes
Duna: Parte Três — Data, Elenco, Robert Pattinson como Vilão e o Que Esperar do Final da Trilogia (Dunesday)
Por outro lado, muita gente que torceu o nariz para a chegada de Trinity foi conquistada pelo desenvolvimento da personagem ao longo dos números seguintes — inclusive na minissérie derivada "Trinity, Daughter of Wonder Woman", que aprofunda a relação entre pai (Steve, em flashbacks) e filha. É esse tipo de aposta arriscada que definiu a gestão de King no título: decisões que geram climão nas redes sociais, mas que, vistas de conjunto, mostram um plano narrativo pensado com cuidado.
Por que Tom King está saindo (e o que isso significa)
Em entrevistas recentes, King revelou que o plano original era ainda mais ambicioso: ele chegou a imaginar cerca de 100 edições para sua Wonder Woman, um fôlego digno das runs mais longas da história dos quadrinhos americanos. A agenda cada vez mais cheia do roteirista — que também assina outros projetos de peso no mercado — acabou encurtando esse horizonte, mas ele fez questão de deixar claro que está "extremamente feliz e realizado" com o jeito que a história está sendo fechada ao lado de Sampere.
Vale lembrar que essa não é a primeira vez que se fala do fim da parceria: já em 2025 rumores davam conta de que King deixaria o título, mas a saída acabou sendo prorrogada até esse ponto de virada natural na trama. Agora, com a data confirmada, fica a expectativa de como a DC vai fechar essa fase antes de anunciar oficialmente quem assume a Amazona a seguir — até o momento, a editora não confirmou nome nenhum para suceder o roteirista.
O que esperar depois do adeus
Para quem acompanhou os últimos três anos de Wonder Woman, dezembro promete ser emocionalmente pesado: é o fechamento de um capítulo que trouxe mortes marcantes, uma filha inédita para a mitologia de Diana e um vilão criado especialmente para testar tudo que a heroína representa. Mesmo com as críticas ao longo do caminho, dificilmente alguém vai acompanhar a edição #40 sem sentir o peso de três anos de construção chegando ao fim.
Com a saída de King, a grande pergunta que fica no ar é: quem tem coragem de assumir a Mulher-Maravilha depois de uma run tão discutida — e o que acontece com Trinity daqui para frente? A DC ainda não deu pistas, mas se a editora seguir o padrão dos últimos anos, um anúncio sobre o próximo time criativo não deve demorar muito para sair.
Por que Tom King está saindo (e o que isso significa)
Em entrevistas recentes, King revelou que o plano original era ainda mais ambicioso: ele chegou a imaginar cerca de 100 edições para sua Wonder Woman, um fôlego digno das runs mais longas da história dos quadrinhos americanos. A agenda cada vez mais cheia do roteirista — que também assina outros projetos de peso no mercado — acabou encurtando esse horizonte, mas ele fez questão de deixar claro que está "extremamente feliz e realizado" com o jeito que a história está sendo fechada ao lado de Sampere.
Vale lembrar que essa não é a primeira vez que se fala do fim da parceria: já em 2025 rumores davam conta de que King deixaria o título, mas a saída acabou sendo prorrogada até esse ponto de virada natural na trama. Agora, com a data confirmada, fica a expectativa de como a DC vai fechar essa fase antes de anunciar oficialmente quem assume a Amazona a seguir — até o momento, a editora não confirmou nome nenhum para suceder o roteirista.
O que esperar depois do adeus
Para quem acompanhou os últimos três anos de Wonder Woman, dezembro promete ser emocionalmente pesado: é o fechamento de um capítulo que trouxe mortes marcantes, uma filha inédita para a mitologia de Diana e um vilão criado especialmente para testar tudo que a heroína representa. Mesmo com as críticas ao longo do caminho, dificilmente alguém vai acompanhar a edição #40 sem sentir o peso de três anos de construção chegando ao fim.
Com a saída de King, a grande pergunta que fica no ar é: quem tem coragem de assumir a Mulher-Maravilha depois de uma run tão discutida — e o que acontece com Trinity daqui para frente? A DC ainda não deu pistas, mas se a editora seguir o padrão dos últimos anos, um anúncio sobre o próximo time criativo não deve demorar muito para sair.