Quem fez esse jogo
The Blood of the Dawnwalker é desenvolvido pela Rebel Wolves, estúdio formado por veteranos que passaram anos trabalhando em The Witcher 3: Wild Hunt na CD Projekt Red antes de abrir a própria produtora. É a estreia do estúdio em um projeto AAA completo, e a ambição fica evidente logo nas primeiras horas de jogo: mundo aberto denso, escolhas com consequências reais e um sistema de moralidade que não trata "bem" e "mal" como escolhas óbvias.
A história: um prazo de 30 dias
O jogo coloca o jogador no controle de Coen, um protagonista que vive em um vale medieval fictício da Europa do século 14 dominado pela presença de vampiros. A grande virada da trama acontece cedo: Coen ganha poderes vampíricos, mas ao custo de um prazo — ele tem apenas 30 dias de jogo (em tempo de mundo) para completar sua missão antes que as consequências da própria transformação o alcancem, criando uma pressão narrativa incomum para o gênero de RPG de mundo aberto, normalmente mais desapressado.
O que a crítica internacional disseThe Blood of the Dawnwalker: Vale a Pena? Veja as Notas da Crítica do Novo RPG de Vampiros dos Ex-Witcher 3
Por André Rodrigues · 05 de set. de 2026
Imagem: Divulgação/Rebel Wolves
Depois de anos de expectativa por ser o primeiro grande projeto de veteranos que trabalharam em The Witcher 3, The Blood of the Dawnwalker finalmente chegou às lojas em 3 de setembro — e as notas da crítica internacional confirmam que a aposta em uma fantasia sombria de vampiros valeu a pena, mesmo com alguns tropeços pelo caminho.
Quem fez esse jogo
The Blood of the Dawnwalker é desenvolvido pela Rebel Wolves, estúdio formado por veteranos que passaram anos trabalhando em The Witcher 3: Wild Hunt na CD Projekt Red antes de abrir a própria produtora. É a estreia do estúdio em um projeto AAA completo, e a ambição fica evidente logo nas primeiras horas de jogo: mundo aberto denso, escolhas com consequências reais e um sistema de moralidade que não trata "bem" e "mal" como escolhas óbvias.
A história: um prazo de 30 dias
O jogo coloca o jogador no controle de Coen, um protagonista que vive em um vale medieval fictício da Europa do século 14 dominado pela presença de vampiros. A grande virada da trama acontece cedo: Coen ganha poderes vampíricos, mas ao custo de um prazo — ele tem apenas 30 dias de jogo (em tempo de mundo) para completar sua missão antes que as consequências da própria transformação o alcancem, criando uma pressão narrativa incomum para o gênero de RPG de mundo aberto, normalmente mais desapressado.
O que a crítica internacional disse
Quem fez esse jogo
The Blood of the Dawnwalker é desenvolvido pela Rebel Wolves, estúdio formado por veteranos que passaram anos trabalhando em The Witcher 3: Wild Hunt na CD Projekt Red antes de abrir a própria produtora. É a estreia do estúdio em um projeto AAA completo, e a ambição fica evidente logo nas primeiras horas de jogo: mundo aberto denso, escolhas com consequências reais e um sistema de moralidade que não trata "bem" e "mal" como escolhas óbvias.
A história: um prazo de 30 dias
O jogo coloca o jogador no controle de Coen, um protagonista que vive em um vale medieval fictício da Europa do século 14 dominado pela presença de vampiros. A grande virada da trama acontece cedo: Coen ganha poderes vampíricos, mas ao custo de um prazo — ele tem apenas 30 dias de jogo (em tempo de mundo) para completar sua missão antes que as consequências da própria transformação o alcancem, criando uma pressão narrativa incomum para o gênero de RPG de mundo aberto, normalmente mais desapressado.
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Com mais de 100 análises publicadas, o jogo é classificado como "Mighty" no agregador OpenCritic, com nota média de 85 — colocando-o entre os 7% mais bem avaliados do site, com 93% dos críticos recomendando a compra. No Metacritic, a nota fica em 83. O consenso: um RPG sombrio e brilhantemente escrito, com prólogo de peso e elenco de personagens memorável, mas que perde um pouco de força em pontos específicos.
Os pontos fortes
O elogio mais unânime vai para a escrita: tanto a trama principal quanto as missões secundárias são descritas como igualmente bem construídas, um feito raro mesmo entre RPGs badalados, onde o conteúdo opcional costuma ser claramente inferior à história principal. A ambientação gótica e a atmosfera de terror gótico-medieval também aparecem como destaque recorrente entre os analistas.
Os pontos fracos
Nem tudo é elogio: o combate é apontado como repetitivo por parte da crítica, alguns problemas de desempenho técnico aparecem em análises específicas, e o protagonista Coen é descrito por certos veículos como um pouco "sem graça" perto do elenco coadjuvante mais carismático ao seu redor — uma crítica que ecoa reclamações antigas sobre protagonistas silenciosos ou pouco expressivos em RPGs do gênero.
Vale a pena jogar?
Com nota consolidada acima de 80 em praticamente todos os agregadores e disponível simultaneamente em PC (Steam, GOG e launcher da Xbox), PlayStation 5 e Xbox Series X/S, The Blood of the Dawnwalker se consolida como uma estreia de peso para a Rebel Wolves — não perfeito, mas um dos RPGs de fantasia sombria mais bem avaliados do ano, e uma prova de que o "DNA" de The Witcher 3 segue rendendo bons frutos fora da CD Projekt Red.