Quando o assunto é volume de vendas acumuladas, alguns títulos dominam a história do mangá de forma esmagadora. Este é o top 10 mundial.
1. One Piece — mais de 516 milhões de cópias

Criado por Eiichiro Oda em 1997, One Piece não é só o mangá mais vendido de todos os tempos — é uma das obras de ficção mais vendidas em qualquer mídia, superando até Dragon Ball e Naruto somados em algumas contagens.
2. Golgo 13 — cerca de 300 milhões de cópias

Publicado desde 1968, é o mangá de maior longevidade contínua da história, protagonizado por um assassino profissional enigmático.
3. Detective Conan / Case Closed — cerca de 270 milhões

Em publicação desde 1994, a franquia de mistério segue lançando novos capítulos e filmes anuais no Japão até hoje.
4. Dragon Ball — cerca de 260 milhões

Akira Toriyama redefiniu o shonen de ação entre 1984 e 1995, influenciando praticamente todo o gênero que veio depois, de Naruto a One Piece.
5. Doraemon — cerca de 250 milhões

O gato-robô do futuro é um fenômeno cultural japonês que ultrapassa gerações, com publicação entre 1969 e 1996.
6. Naruto — cerca de 250 milhões

A jornada de Naruto Uzumaki (1999-2014) se tornou uma das franquias mais lucrativas e influentes culturalmente do Japão fora do Japão.
7. Slam Dunk — cerca de 170 milhões

Referência absoluta do mangá esportivo, ajudou a popularizar o basquete no Japão nos anos 90.
8. KochiKame — cerca de 156,5 milhões
Uma sitcom sobre um policial excêntrico de Tóquio, publicada de 1976 a 2016 — 40 anos ininterruptos na Weekly Shonen Jump.
9. Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba — cerca de 150 milhões

Mesmo com apenas quatro anos de publicação (2016-2020), se tornou um fenômeno de vendas recorde graças ao sucesso do anime e dos filmes.
10. Oishinbo — cerca de 135 milhões

Mangá gastronômico de longa duração (1983-2014), um gênero extremamente popular no Japão mas pouco conhecido no Ocidente.
O detalhe curioso
One Piece está tão à frente que, sozinho, já vendeu mais que a soma de vários títulos populares no Ocidente — reflexo direto de mais de duas décadas de publicação contínua sem perder relevância.