Depois de "Across the Spider-Verse", ficou ainda mais claro que existe um número quase infinito de Homens-Aranha. Aqui estão as versões mais importantes.
Peter Parker (Terra-616)

O Homem-Aranha original e a base de tudo: picado por uma aranha radioativa, aprendeu que "grandes poderes trazem grandes responsabilidades" depois da morte do tio Ben.
Miles Morales (Terra-1610, depois integrado à 616)

Criado em 2011 como o novo Homem-Aranha do Universo Ultimate após a morte de Peter Parker daquela realidade, Miles se tornou fenômeno cultural próprio, especialmente após os jogos da Insomniac e os filmes animados.
Gwen Stacy / Spider-Gwen (Terra-65)

Em uma realidade alternativa, foi Gwen — e não Peter — quem foi picada pela aranha radioativa. Virou uma das personagens mais populares da Marvel na última década.
Spider-Man 2099 (Miguel O'Hara)

Do futuro distante de Nueva York, Miguel O'Hara ganha poderes acidentalmente ao tentar recriar o DNA que gerou o Homem-Aranha original — e hoje lidera a Sociedade Aranha no multiverso.
Ben Reilly (o Clone)

Criado no controverso arco "Saga do Clone" dos anos 90, Ben Reilly é um clone geneticamente idêntico a Peter que, por anos, foi tratado como o Homem-Aranha "de verdade" pelos próprios quadrinhos.
Spider-Man Noir

Ambientado nos anos 1930, essa versão sombria e detetivesca ganhou fama após aparecer em "No Aranhaverso" (2018), com estética de cinema noir.
Peni Parker

Uma versão anime, pilotando uma armadura mecha controlada por um simbionte-aranha chamado SP//dr — outro destaque do primeiro filme do Aranhaverso.
Por que isso funciona tão bem
A ideia central do Homem-Aranha — um adolescente comum que ganha poderes e precisa equilibrar vida pessoal com responsabilidade — é universal o suficiente para ser reinventada em praticamente qualquer contexto, época ou cultura, o que explica por que o conceito se multiplicou tão bem pelo multiverso.