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Ace Combat 8: Wings of Theve — Data de Lançamento, Acesso Antecipado, Edições e Tudo Sobre o Novo Jogo

Por André Rodrigues · 25 de set. de 2026

Imagem: Divulgação/Bandai Namco Entertainment

Depois de sete anos de espera desde Ace Combat 7: Skies Unknown, a série de combate aéreo da Bandai Namco está de volta. Ace Combat 8: Wings of Theve chega em 2 de outubro de 2026 para PS5, Xbox Series X|S e PC — e quem comprou a Edição Deluxe já pode decolar a partir de 29 de setembro, com três dias de acesso antecipado. Só que este não é "o 7 com gráfico melhor". A Bandai Namco Aces (estúdio criado em 2022 só para cuidar da franquia) mexeu na narrativa, no sistema de dano, no clima e, principalmente, no multiplayer. Abaixo, juntamos tudo o que foi confirmado até agora para você decidir se entra no acesso antecipado ou espera o lançamento. Data de Lançamento e Acesso Antecipado O lançamento oficial é em 2 de outubro de 2026, à meia-noite no horário da Europa central (CEST). O acesso antecipado de três dias começa em 29 de setembro, no mesmo horário. Como o Brasil está cinco horas atrás do horário de verão europeu, na prática isso tende a cair na noite anterior por aqui (por volta das 19h de Brasília) — mas vale conferir o horário exato na sua loja, porque cada plataforma pode liberar de um jeito. Um detalhe útil: segundo a própria Bandai Namco, quem comprar a Deluxe digital durante o período de acesso antecipado também recebe o jogo já liberado. Ou seja, dá para decidir em cima da hora. Edições, Bônus e Preço no Brasil A Edição Standard traz o jogo completo. Na Europa, ela custa 69,99 euros. No Brasil, as listagens em lojas nacionais variam bastante conforme a edição e a mídia, indo de pouco mais de R$ 300 a pouco mais de R$ 500 — confira o preço atualizado na PlayStation Store, na Microsoft Store ou na Steam antes de fechar a compra. Qualquer edição reservada antes de 2 de outubro ganha dois bônus bem generosos: o caça F-14A jogável e uma cópia de Ace Combat Zero: The Belkan War, o clássico de 2006 do PS2. Atenção: não é remaster — é o jogo original portado para PS5, Xbox Series e PC. Mesmo assim, é uma chance rara de jogar uma das campanhas mais queridas da série sem precisar desenterrar o console antigo. A Edição Deluxe adiciona o acesso antecipado, um pacote de cosméticos (visual da Tasha para o lobby online, skins F-4E "Mobius Squadron" e F/A-18C "Team Zvezda", fumaça de míssil escarlate) e um voucher do Premium ACE Pass Plus, que já libera 30 níveis do passe de temporada. No PC existem ainda os pacotes físicos Joker Flight Pack e Premium Joker Flight Pack, com vinil duplo da trilha sonora, artbook de 208 páginas e, no mais caro, um patch bordado e um mousepad gigante com LED — vendidos apenas na loja oficial europeia da Bandai Namco. A História: Você Vira uma Lenda Que Já Morreu O jogo se passa em 2029, dez anos após a Guerra do Farol de Ace Combat 7, no mundo fictício de Strangereal. A República de Sotoa lança uma invasão relâmpago contra a Federação da Usea Central (FCU), arrasando suas defesas. O que sobrou da marinha federal continua lutando nos oceanos, a bordo do velho porta-aviões Endurance, lotado de refugiados. Você começa como o oficial de sistemas de armas no banco de trás do jato de Jan Cope, o ás celebrado nas redes como o "Wings of Theve". O problema: boa parte da fama dele é propaganda de guerra para levantar o moral da população. Quando Cope morre após uma emboscada, o comando toma uma decisão cínica — você vai assumir a identidade dele, com o indicativo "Rex", e liderar o esquadrão Joker Flight como se a lenda nunca tivesse caído. A ideia é ótima porque brinca com um tema bem atual: como heróis de guerra são fabricados pela comunicação. O roteiro é de Sunao Katabuchi, diretor da animação *Neste Canto do Mundo*, o que explica o foco no lado humano do conflito. Seus alas são Ellington "Professor" Baxter (o veterano paciente), Tasha Severskaya (ex-estrela de uma equipe de acrobacia aérea yuktobaniana que se voluntariou quando a guerra estourou) e William "Noise" Coster, fã de hard rock. Seu desempenho em combate e algumas escolhas menores influenciam quem sobrevive e que papel cada personagem terá em certos momentos da história, embora o enredo principal seja o mesmo para todo mundo. Primeira Pessoa, Clima Vivo e Dano Realista Pela primeira vez na franquia, as cenas de história são contadas em primeira pessoa. A equipe disse ter aprendido com o modo VR de Ace Combat 7 que a câmera em primeira pessoa deixa tudo mais íntimo e emocional. O preço disso: não há suporte a VR neste jogo.
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No combate, as mudanças são grandes: - Dano em qualquer parte do avião — acabou a história de precisar acertar pontos fracos específicos. - Destruição em cadeia: acertar um tanque de combustível pode derrubar prédios ao redor, e aviões abatidos podem cair em cima de outros alvos. - Cloudly, a tecnologia de nuvens da Bandai Namco, cria um clima que reage ao combate. Rastros de condensação e fumaça dos motores inimigos viram pistas táticas. - Escala 1:1: objetos do mundo real não foram mais "encolhidos", e os mapas estão bem maiores. - Comandos rápidos para os alas voltam, no estilo de Ace Combat 5. São mais de 30 aeronaves no lançamento, divididas em quatro categorias, com clássicos como Typhoon, F-14D Super Tomcat e F-4E Phantom II. Superarmas e o Retorno das Missões de Aniquilação Não existe Ace Combat sem uma superarma absurda, e o 8 já mostrou duas. A Megafloat Fatsia é uma ilha artificial de seis quilômetros que funciona como fábrica de armas, com pista de 2.000 metros, usina de fusão a frio e defesas com railguns e drones cobrindo um raio de 400 km. Já o Tonitrus Spear é um satélite que dispara barras de metal em alta velocidade a partir da órbita, capaz de devastar grandes áreas. Também está confirmada a volta das Annihilation Battles, as missões de "destruir tudo o que se mexe" com limite de tempo e linhas de reabastecimento. Você escolhe a ordem dos alvos (usina solar, tanques de óleo, base aérea, depósito de munição) e quando voltar para recarregar. O produtor Manabu Shimomoto disse que esse tipo de missão representa o que a série tem de mais essencial: deixar o jogador eliminar os inimigos do seu próprio jeito. Ace Combat Online: o Maior Multiplayer da Série A grande novidade para quem joga depois de zerar a campanha é o Ace Combat Online, um modo separado, com progressão própria e crossplay completo entre PS5, Xbox e PC. Você cria um avatar e circula por lobbies com até 100 jogadores, que contam até com um museu de arcades da Bandai Namco e uma jukebox. Os modos principais são o Co-Op Assault (PvE para 2 a 4 pilotos disputando a melhor pontuação) e o Co-Op Warfare (PvP de 4 contra 4 com unidades controladas pela IA no meio). Há ainda eventos temporários, como Scrambles contra esquadrões de elite e Emergency Sorties, onde 8 jogadores enfrentam superarmas clássicas de jogos anteriores. O progresso é organizado pelo ACE Pass, um passe de temporada com trilhas gratuita e premium e novas recompensas a cada dois meses. Quem torce o nariz para passe de batalha pode ficar tranquilo: ele fica restrito ao online, e a campanha é independente. Vale a Pena Pegar o Acesso Antecipado? Se você é fã da série, a Deluxe faz sentido: três dias a mais, cosméticos e o passe premium, além dos bônus de reserva que qualquer edição já recebe. Para quem está chegando agora, a boa notícia é que a Bandai Namco manteve o jogo acessível, com tutorial completo, modos de treino e seleção de dificuldade. Dá para esperar o dia 2 sem medo — só não esqueça de reservar antes, senão você perde o F-14A e o Ace Combat Zero de brinde. Para entrar no clima, a Bandai Namco também lançou Ace Combat: Hour Zero, uma websérie live-action gratuita com Josh Holloway e Brandon Routh que mostra as primeiras horas da invasão sotoana, pelos olhos de um piloto, uma médica e uma âncora de telejornal. E você, vai de Deluxe para jogar no dia 29 ou espera o lançamento? Conta pra gente nos comentários!