Só que Knull não ficou de boa. Ele escapou da prisão, matou os guardas para roubar seus simbiontes e refazer sua armadura, e foi atrás de poder na Dimensão da Força de Luz — onde devorou uma versão alternativa de Eddie Brock (o "Iluminado") e assumiu uma nova armadura branca e azul como o autoproclamado "Deus da Luz". No caminho, ele ainda matou Thanos em cima da Sanctuary V, só para deixar claro que não estava para brincadeira.
Uma Guerra em Duas Frentes — e a Terra no Meio
Com Hela e Knull disputando o mesmo prêmio, os heróis da Marvel tiveram que se dividir. Antes mesmo da minissérie principal começar, Tony Stark e Cable já haviam montado dois times de contenção: a Equipe Escuridão (Iron Man com uma nova armadura de Darkforce, Agente Anti-Venom, Cable, Estrela Negra e Capa) para conter Knull, e a Equipe Luz (Beta Ray Bill, Adaga, Fóton e Sunfire) para enfrentar Hela — reunidos nas minisséries "Queen in Black: Defenders of Light and Dark".
Enquanto isso, Spider-Man e a "Aliança Capitã" seguram o front em Nova York contra as Legiões Simbiontes, Feiticeira Escarlate e Visão brigam no Egito, e o filho de Eddie Brock, Dylan Brock, acaba sequestrado por uma "Inteligência Simbionte" — uma criatura que lembra a Inteligência Suprema Kree — criada especialmente pelas forças de Hela para neutralizá-lo.Queen in Black: o Evento Que Está Terminando o Universo Venom Chega ao Fim em Setembro de 2026 — Entenda Tudo
Por André Rodrigues · 22 de set. de 2026
Imagem: Divulgação/Marvel Comics
Se você acompanha os quadrinhos da Marvel e sumiu um pouco do universo Venom nos últimos meses, chegou a hora de se atualizar: o evento "Queen in Black", que já vem sendo construído desde o final de 2025, está entrando em sua reta final agora em setembro de 2026. E o desfecho promete ser um dos mais bagunçados (no bom sentido) da era simbionte da editora.
A saga nasceu diretamente das páginas de Venom, escrita por Al Ewing — o mesmo cérebro por trás de boa parte da mitologia simbionte moderna — ao lado de Charles Soule e Tom Waltz. A ideia surgiu de um cruzamento de tramas: em Thor (2025), o deus do trovão está morto e a humanidade simplesmente esqueceu que os deuses nórdicos um dia existiram. Sem ninguém para freá-la, Hela viu uma brecha perfeita para expandir seu poder — e decidiu que o trono de Knull, o deus simbionte, seria um ótimo ponto de partida.
Hela Rouba o Trono e Vira a "Rainha em Preto"
O gatilho de tudo aconteceu ainda em Venom #250: usando magia ancestral, Hela aprisionou um Knull enfraquecido e vestiu um traje feito do próprio icor simbionte dele, se autoproclamando a "Queen in Black" — a Rainha em Preto. A partir daí ela passou a comandar uma legião de espécies alienígenas fundidas a simbiontes, iniciando uma invasão a Terra com exércitos Skrull e Kree modificados.
Só que Knull não ficou de boa. Ele escapou da prisão, matou os guardas para roubar seus simbiontes e refazer sua armadura, e foi atrás de poder na Dimensão da Força de Luz — onde devorou uma versão alternativa de Eddie Brock (o "Iluminado") e assumiu uma nova armadura branca e azul como o autoproclamado "Deus da Luz". No caminho, ele ainda matou Thanos em cima da Sanctuary V, só para deixar claro que não estava para brincadeira.
Uma Guerra em Duas Frentes — e a Terra no Meio
Com Hela e Knull disputando o mesmo prêmio, os heróis da Marvel tiveram que se dividir. Antes mesmo da minissérie principal começar, Tony Stark e Cable já haviam montado dois times de contenção: a Equipe Escuridão (Iron Man com uma nova armadura de Darkforce, Agente Anti-Venom, Cable, Estrela Negra e Capa) para conter Knull, e a Equipe Luz (Beta Ray Bill, Adaga, Fóton e Sunfire) para enfrentar Hela — reunidos nas minisséries "Queen in Black: Defenders of Light and Dark".
Enquanto isso, Spider-Man e a "Aliança Capitã" seguram o front em Nova York contra as Legiões Simbiontes, Feiticeira Escarlate e Visão brigam no Egito, e o filho de Eddie Brock, Dylan Brock, acaba sequestrado por uma "Inteligência Simbionte" — uma criatura que lembra a Inteligência Suprema Kree — criada especialmente pelas forças de Hela para neutralizá-lo.
Só que Knull não ficou de boa. Ele escapou da prisão, matou os guardas para roubar seus simbiontes e refazer sua armadura, e foi atrás de poder na Dimensão da Força de Luz — onde devorou uma versão alternativa de Eddie Brock (o "Iluminado") e assumiu uma nova armadura branca e azul como o autoproclamado "Deus da Luz". No caminho, ele ainda matou Thanos em cima da Sanctuary V, só para deixar claro que não estava para brincadeira.
Uma Guerra em Duas Frentes — e a Terra no Meio
Com Hela e Knull disputando o mesmo prêmio, os heróis da Marvel tiveram que se dividir. Antes mesmo da minissérie principal começar, Tony Stark e Cable já haviam montado dois times de contenção: a Equipe Escuridão (Iron Man com uma nova armadura de Darkforce, Agente Anti-Venom, Cable, Estrela Negra e Capa) para conter Knull, e a Equipe Luz (Beta Ray Bill, Adaga, Fóton e Sunfire) para enfrentar Hela — reunidos nas minisséries "Queen in Black: Defenders of Light and Dark".
Enquanto isso, Spider-Man e a "Aliança Capitã" seguram o front em Nova York contra as Legiões Simbiontes, Feiticeira Escarlate e Visão brigam no Egito, e o filho de Eddie Brock, Dylan Brock, acaba sequestrado por uma "Inteligência Simbionte" — uma criatura que lembra a Inteligência Suprema Kree — criada especialmente pelas forças de Hela para neutralizá-lo.📖 Continue lendo
HQ/Filmes
Deadpool e Batman se Encontram em Nova HQ: Panini Anuncia 'O Mercenário e o Cavaleiro' Para Novembro no Brasil
HQ/Filmes
DC Next Level: Legião dos Super-Heróis, Titãs e Patrulha do Destino Ganham Novas Séries — Tudo Sobre a Nova Era da DC
HQ/Filmes
Marvel e DC Voltam a se Cruzar: o Guia Completo de Todos os Crossovers Desde 2025 (e as Coletâneas Que Chegam Agora)
Venomworld: o Fim Que Ewing Está Preparando Há Anos
E é aqui que a coisa fica realmente interessante. Desde que assumiu Venom em 2024, Al Ewing vem plantando pistas sobre um conceito chamado "Venomworld" — e ele finalmente vira realidade nas edições finais de Queen in Black #4 e #5, que chegam às bancas em 16 e 30 de setembro.
Com a Terra literalmente consumida por simbiontes, Mary Jane Watson — que assumiu o papel de hospedeira do Venom nos últimos arcos — é forçada a tomar uma decisão desesperadora que vai definir tanto o destino do universo Marvel quanto o próprio futuro dela como heroína simbionte. A cena se desenrola em Venom #262, com a pergunta que resume tudo: quem vencer entre Hela e Knull vai encontrar pela frente não duas equipes de heróis, mas um planeta inteiro coberto por Venomworld — e, segundo o teaser oficial da Marvel, "nem oito bilhões de Venoms podem ser suficientes para derrotar o vencedor".
Paralelamente, Eddie Brock enfrenta seu próprio dilema em "Queen in Black: Venom Unchained" #3: depois de perder o posto de Rei em Preto — o que, cá entre nós, foi o estopim para a ascensão de Hela e Knull — ele tenta descobrir se ainda tem o que é preciso para reivindicar a coroa simbionte de volta. E para fechar com chave de ouro (ou melhor, com garras), a ladra Felicia Hardy, a Black Cat, entra na jogada em "Black Cat" #14 com uma missão digna do maior roubo da galáxia.
Onde Ler e Quando Sai Cada Edição
Para quem quer acompanhar o desfecho, o calendário de setembro ficou assim: Black Cat #14 saiu em 9/9, Queen in Black #4 e Defenders of Light and Dark #4 chegam em 16/9, e o grand finale — Queen in Black #5, Venom Unchained #3 e Venom #262 — fecha tudo em 30/9. No Brasil, a Panini costuma trazer eventos desse porte poucos meses depois da publicação original nos EUA, então é bem provável que "Queen in Black" ganhe uma versão encadernada por aqui ainda em 2026 ou no início de 2027.
Vale lembrar que esse tipo de evento raramente deixa o status quo como estava antes. Com Eddie tentando retomar o posto, Mary Jane enfrentando uma escolha que pode custar sua humanidade e Dylan Brock carregando visões de um futuro sombrio contadas pelo misterioso "Eventuality", tudo indica que sairemos de Queen in Black com uma configuração bem diferente para a mitologia Venom — possivelmente a maior reformulação do mito simbionte desde a chegada do próprio Knull, lá em 2018. Vale muito a pena acompanhar o desfecho.
Com a Terra literalmente consumida por simbiontes, Mary Jane Watson — que assumiu o papel de hospedeira do Venom nos últimos arcos — é forçada a tomar uma decisão desesperadora que vai definir tanto o destino do universo Marvel quanto o próprio futuro dela como heroína simbionte. A cena se desenrola em Venom #262, com a pergunta que resume tudo: quem vencer entre Hela e Knull vai encontrar pela frente não duas equipes de heróis, mas um planeta inteiro coberto por Venomworld — e, segundo o teaser oficial da Marvel, "nem oito bilhões de Venoms podem ser suficientes para derrotar o vencedor".
Paralelamente, Eddie Brock enfrenta seu próprio dilema em "Queen in Black: Venom Unchained" #3: depois de perder o posto de Rei em Preto — o que, cá entre nós, foi o estopim para a ascensão de Hela e Knull — ele tenta descobrir se ainda tem o que é preciso para reivindicar a coroa simbionte de volta. E para fechar com chave de ouro (ou melhor, com garras), a ladra Felicia Hardy, a Black Cat, entra na jogada em "Black Cat" #14 com uma missão digna do maior roubo da galáxia.
Onde Ler e Quando Sai Cada Edição
Para quem quer acompanhar o desfecho, o calendário de setembro ficou assim: Black Cat #14 saiu em 9/9, Queen in Black #4 e Defenders of Light and Dark #4 chegam em 16/9, e o grand finale — Queen in Black #5, Venom Unchained #3 e Venom #262 — fecha tudo em 30/9. No Brasil, a Panini costuma trazer eventos desse porte poucos meses depois da publicação original nos EUA, então é bem provável que "Queen in Black" ganhe uma versão encadernada por aqui ainda em 2026 ou no início de 2027.
Vale lembrar que esse tipo de evento raramente deixa o status quo como estava antes. Com Eddie tentando retomar o posto, Mary Jane enfrentando uma escolha que pode custar sua humanidade e Dylan Brock carregando visões de um futuro sombrio contadas pelo misterioso "Eventuality", tudo indica que sairemos de Queen in Black com uma configuração bem diferente para a mitologia Venom — possivelmente a maior reformulação do mito simbionte desde a chegada do próprio Knull, lá em 2018. Vale muito a pena acompanhar o desfecho.